quarta-feira, 25 de maio de 2005

depois da chuva

porque sempre há depois, hoje ele chegou como se nada houvesse.
veio fazer alegria para as onze horas plantadas entre pedras e plantas suculentas. não sei se alcançará os trevos de quatro folhas aglomerados junto ao muro, mas é certo que fará festa na sala cheia de almofadas coloridas.
veio em boa hora, arejar a preguiça das noites mais povoadas de lúbricos fatos que de sono.
vem fazer eriçar-se a semente que o reviver dos fogos antigos planta no sonhar imprescindível.

sonhemo-nos então no sol largo de outono, porque mais que depois e antes, somos.

Um comentário:

Anônimo disse...

Tbm eu, dpois de tempos, volto como se nada ouvisse...e há tanto! Muito feliz em te ler! bjos.