
Depois da alegria de ter um A.njo que ameniza meus frios, já sei também da alegria de fingir-me pássaro. Com asas que nem isso - apenas hélices, com olhos que nem só meus - um tanto digitais, com um frio que se tivesse penas talvez nem...
Temperatura zero, azul intenso, as franjas da cidade contornando o crespo daquele que chamavam rio, depois campos e dobras. Na volta, as águas do delta, as pontes e o barulho. E eu só o riso primitivo da satisfação de existir no meio disso tudo e de querer repartir dessa mesma risada com quem me faz céu sob as cobertas.
terça-feira, 19 de julho de 2005
POA vista do céu II - além do livro
Postado por
Laura Paz
às
20:03
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5 comentários:
E que insano. E que céu, e que frio. Tudo nessa terra me promete esses vôos rasantes pela intensidade de ambos os polos. Eu descobri hoje de tarde.
Vontade de voar... E de não ir ao jogo hoje à noite. Mas o Bernardo já me ligou e diz que me mata se eu não for. Já pensou o que será aquele ventinho e que faz uma curva e acelera nas sociais? Vou me sentir como um combatente de Napoleão na Rússia imperial. SErá que servem quentão no estádio? Despeço-me preocupadíssimo com este tema. Beijos à dupla colorada.
Que tudo! Da próxima vez, me leva!? ;-)
Email: refariat@bol.com.br
IP: 201.3.128.17
Que foto e que viagem deve ter sido!!!
um beijo às duas.
Linda foto. Saudade de inverno com sol e céu azul. Aqui não tem... Estou ainda passeando pelas histórias de vocês e gostando muito. Um beijo nas duas e é claro que podem linkar. Farei o mesmo.
Beijos e até breve, assim espero.
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