segunda-feira, 15 de agosto de 2005

aquilo que não tem nome



havia camadas: o vermelho carmim, depois a brancura salpicada de pétalas, quase pálidas, mais acima o olor suave e pelo caminho todo das sinuosidades percorridas com enlevo, o olhar cobrindo curvas, vales e fios.

sobrevôo, com as asas que nos carregam para onde a vontade dita, os vales acolchoados de nuvens que me convidas... degusto em ti a vertigem do céu para em seguida aterrisar mansa no solo firme que meus pés querem caminho comum e fértil.

com o A.roma tatuado no deslumbramento de minha geografia encravada em teu território, as rosA.s morando no olfato, vem-nos o sono e a noite é boa.

3 comentários:

Anônimo disse...

hum!!! eu precisava de uma noite dessas. Delícia.

Anônimo disse...

hum!!! eu precisava de uma noite dessas. Delícia.

Anônimo disse...

Me encanta tuas palavras.