
havia camadas: o vermelho carmim, depois a brancura salpicada de pétalas, quase pálidas, mais acima o olor suave e pelo caminho todo das sinuosidades percorridas com enlevo, o olhar cobrindo curvas, vales e fios.
sobrevôo, com as asas que nos carregam para onde a vontade dita, os vales acolchoados de nuvens que me convidas... degusto em ti a vertigem do céu para em seguida aterrisar mansa no solo firme que meus pés querem caminho comum e fértil.
com o A.roma tatuado no deslumbramento de minha geografia encravada em teu território, as rosA.s morando no olfato, vem-nos o sono e a noite é boa.
segunda-feira, 15 de agosto de 2005
aquilo que não tem nome
Postado por
Laura Paz
às
21:19
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3 comentários:
hum!!! eu precisava de uma noite dessas. Delícia.
hum!!! eu precisava de uma noite dessas. Delícia.
Me encanta tuas palavras.
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