domingo, 21 de agosto de 2005

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O dia ameaça umidade incômoda e trabalho extenso para a tarde que sempre parece insuficiente. Rebeldes, cerramos cortinas e trançamos pernas e retardamos o despertar. E fazemos o que ontem não coube e nos desfazemos naquilo que eternamente é nossa fome e vem sempre trespassada de uma fúria sem pressa. Cercamo-nos de planos e vencemos os compromisso e o domingo se vai sem tédio nem torpor. Chove, ou quase. Mas tudo é florescimento.

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