quinta-feira, 3 de novembro de 2005

Vida e letra

Quando a vida vai mui repleta, talvez a abundância de material para a escrita a faça menos crítica.Ao menos fora do âmbito da ficção.Já disse isso antes. Repito-me, então. Porque a vida é também o repetido.

A Feira soou-nos estranha na nova distribuição espacial, mas só no começo, também por hábito de estranhamento ao novo. O atendimento no Bistrô do Margs continua caótico; as pessoas que vão à celebração da literatura e outras formas de uso da palavra impressa continuam jogando lixo no chão sem crises de consciência; o garimpo nos saldos continua rendendo mais problemas para o alojamento dos adquiridos em nosso escritório. Enfim, diferenças nem tantas assim.

Depois do dia de todos os santos, seguido pelo de todos os mortos, eu aqui viva, vivíssima e com muito trabalho e vontade de sol.

Um comentário:

Anônimo disse...

Vontade de sol? Aqui na Bahia tem, em abundância! Imagine que tenho reclamado do calor! Beijos afetuosos!