domingo, 20 de agosto de 2006

Rubros, encarnados, incandescentes...


sanguíneos, vermelhos, intensos, explosivos e outros tons igualmente vivos, similarmente incontidos habitam nossas veias. Felicidade espalhada, compartilhada, descompromissada e contagiosa. Cores tingindo o frio, rasgando risos e salpicando passos.
Tudo isso nos ronda e nisso tudo fazemos rota.
E por dentro brasas vencem o inverno e sumos impregnam o paladar no romper da manhã. Para o avançar do dia, tintos liquefazem mais riso e labaredas aplacam o temor do vento.

Um comentário:

Anônimo disse...

Putz! PERFEITO. Quase um jogo sutil de entonações...lindas palavras, mocinha.
Besos.