sábado, 17 de fevereiro de 2007

Carnaval

Não me exalto com samba, mas empolga-me o tanto da casa que poderemos...






Bem-vinda a chuva, bem-visto o verde no entorno.


Uns tumultos tentam romper as cercas que posso contra a insanidade que assola os dias que por agora se vive. Mas não. Não quero, não deixo... isso não acontece.


Não acredito em fantasmas. Sei do vigor de meus passos e vontades e mora em meu peito um A.zulamento que recobre pele e pulsações. Trata-se de um A.zul que vibra, acolhe e espalha cores outras: vermelhidões que nascem na calidez e explodem-nos vivas; uns brilhos de estrelamento e luar para as longas horas de ócio que se nos apresentam; depois um certo alaranjado de dia nascendo... e mais qualquer nuance que pimentas e outros olores venham oferecer.



Um comentário:

Anônimo disse...

Eu amo o povo Português, mas não precisavam ter inventado essa chatice de carnaval, né memo? risos.
Também como vocês, fiquei curtindo minha casa. Só não tive amores azulados comigo. Invejo Laura.paz!
beijoca