
Pétalas para o chão que sonhamos, luzes para o florescer que não cessa. Dias incendiados mesmo sob chuva densa e uma vontade colorida empurrando estrada adiante.
Pés descalços na madeira espessa espalham o silêncio do sábado e fazem trilho macio para o aconchego que há no bolo de baunilha assando e na xícara emanando olores quentes.
Que chova, que escorram águas e fervores porque horários a cumprir ainda demorarão a abalar o ritmo do respirar. Que chova mais, e regue o que germinou no jardim e que cresce com gana nos canteiros. Que cantem águas nos telhados e janelas, aqui de dentro tudo é música e verdejar.
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Flores na cabeça...
Postado por
Laura Paz
às
18:49
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Um comentário:
Aconchegante esse novo visual, gostei ;o)
Beijos!
§
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