Cheiro de tinta, de chocolate, de riso. Os pincéis vestindo as cascas com primaveras e psicodelias,
os cães rolando no tapete e os cálices borbulhando o calor da tarde! Uns azuis tingiram o chão, algum amarelo ficou nos dedos e o recheio só seria feito bem depois. O que ficou da sexta-feira, mais alegre do que santa, teve melhor força que o pesar ensaiado nas igrejas.
Domingo degustado em casa, embrulhos, cheiros e cuidados. As chamas trêmulas, o cheiro e a preciosidade do açafrão são o rito de renovação escolhido para restaurar os passos que enfrentarão a segunda de atropelos.
3 comentários:
Hummmmm, esses ovinhos devem de ter ficado bembão ;-) Beijókas
Queremos as assertividades e a sobremesa, ora!
Ontem, correndo pela Redenção, lembrei de vocês e de suas bicicletas.
Que nunca vi...
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