quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Bons ares


As turbulências de fora não são capazes de turvar a luz macia de horas alegres, de descobertas floridas e de deslumbramentos inesperados. O beijo, não um qualquer; sabores, suculências, aromas e luxos inofensivos. Manhã de nuvens que não encobre o riso, tarde de sol que não esmaece o passo. Tudo perfeição e afeto e vontade de voltar e viver mais desse gosto fresco de partilha, de cansaço bom, de continuar para sempre.

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