sábado, 11 de junho de 2005

vôo e passo

11 mil metros acima da neblina que roçava Vitória.
Não é somente a ilusória sensação de poder caminhar sobre a maciez luminosa acima da chuva, mas também a descoberta lúdica, além da lógica, da permanência do sol quando se arrisca a disposição para a distância dos trilhos encharcados de lama.
E fica mais a memória e o contágio daquele brilho nas simultaneidades jubilosas de uma manhã sem horários a cumprir.

Um comentário:

Anônimo disse...

Que céu de brigadeiro é a tranqüilidade, não é? :-)