Não é somente a ilusória sensação de poder caminhar sobre a maciez luminosa acima da chuva, mas também a descoberta lúdica, além da lógica, da permanência do sol quando se arrisca a disposição para a distância dos trilhos encharcados de lama.
E fica mais a memória e o contágio daquele brilho nas simultaneidades jubilosas de uma manhã sem horários a cumprir.
sábado, 11 de junho de 2005
vôo e passo
Postado por
Laura Paz
às
11:38
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Um comentário:
Que céu de brigadeiro é a tranqüilidade, não é? :-)
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