sábado, 6 de agosto de 2005

ainda sobre cores



Eu que nunca fui adepta dos tons rosados, tenho escolhido essa tonalidade para as flores que sempre estão disponíveis para fomentar o bom humor ali na calçada da oswaldo aranha, pertinho da entrada do hsbc.

O buquê, que chega à casa abrigado em papel pardo e acompanhado dos ramos de eucalipto, alegra ares e olores na sala de jantar, recepciona nossa chegada ao final de uma sexta-feira atropelada e bem-sucedida, dá um bom dia perguiçoso para o despertar de sábado que já entrega ventos arrefecidos e exibe desabrochar vaidoso a cada dia.

Flor, conversa, abraço, leve entorpecimento alcoólico, sono, a pele macia da coxa, passarinhos eufóricos as 6 da manhã, e se não faz sol lá fora, tem o céu iluminado do teu olhar em meu arrepio.

Um comentário:

Anônimo disse...

Fico constrangido de falar sobre cores. Todos os daltônicos ficam, não? Rosa é um vermelho meio sem graça para este que te escreve e pode ser confundido com outras cores, tanto que - em épocas em que isto era considerado um código - este amigo passou um verão inteiro de camiseta rosa em Jurerê. Um espanto. Beijo.