domingo, 6 de maio de 2007

Flores de maio



Quando falta filosofia para comentar alguma coisa, pode-se sempre dizer que tudo na vida é feito de ciclos. O que não é nenhuma inverdade.

Embora não tenha encontrado o post em que essa mesma personagem aí ao lado já pousou - na florada de 2005, sei que não vai soar inverossível usar a imagem para atestar o que ela mesma discursa com sua existência.

Ano passado não houve flores porque não lhe havíamos destinado um lugar bom o bastante, mas agora ela está iluminada de tanta cor. Colaboraram o sol e a temperatura além da nova morada na sacada.


E isso tem o quê com todos os demais ciclos da minha vida e da tua e da coletividade? Ora, me obrigo a dizer que não somos assim tão diferentes das plantas (num sentido não tão metafísico, sim!? Me refiro à condição de ser vivo, feito mais ou menos dos mesmos elementos químicos e, portanto, sujeitos às variações do meio) , com a vantagem de que podemos procurar com nossas próprias pernas as condições onde possamos florescer. Assim como fez a antiga dona dessa flor-de-maio, assim como eu mesma e elA. E do mesmo jeitinho que todo ser vivente pode fazer, inclusive aprendendo que se sob certas condições de luz e temperatura não veio broto nem flor, elas não devem ser repetidas. RB, ela está linda!

7 comentários:

Anônimo disse...

Oi, meninas!
Viram o show que meu time deu, ontem? partida fácil e nem assim deixou de ser brilhante!
LINDO O GOL DE BICICLETA!
beijinho tricolor pra vcs, risos.
obs:O cactus tá lindo tb.

Anônimo disse...

Gostei muito do tom do post, de seu início constrangido e de sua continuidade.

Lembro de ter escrito que fico feliz quando vejo reconcilhações: "são ecológicas para a alma", escrevi. E agora digo mais: mostram que a gente pode reacender o que está morrendo - às vezes nem mesmo latente - e que o ser humano pode quebrar a tendência dita inevitável de os relacionamentos morrerem entre 3 semanas e 3 anos... Fazendo assim, conseguimos provocar um ciclo e esta rebeldia, revolução ou inquietude confirma que podemos algo, não?

Ou tergiverso?

Beijos.

Anônimo disse...

E não vi graça nenhuma naquele gol!

Anônimo disse...

Milton,
Também não achei nada de grande coisa naquele gol. Achei banal.
Eduardo, tu é um chato! e aproveita hoje, que amanhã vocês irão penar com o Rogério Ceni.
beijo, meninos!

Anônimo disse...

SEMPRE é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário,
perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.E sempre vem outras melhores.
LINDA CENA!
Beijos.


Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos.
Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Anônimo disse...

Linda mesmo! E devo dizer que também sempre floresço um pouco mais quando estou com vocês. Tuquinha: tu faz o melhor chocolate quente do MUNDO. Cuquinha: a sopa tava DEZ. Amo vocês. Tenham uma bela semana. Beijos

Anônimo disse...

Gurias, tá mesmo linda essa minha bebezinha!
Aparentemente ela ficou porque nao tinha outra opçao, mas eu suspeito que foi porque ela queria ser o reflexo de uma imagem que está longe (e que quer continuar marcando presença na vida de vocês!)
muchos besos