Ondulações, frenesis, calor. A desordem de roupas pelo chão não turva a harmonia da penumbra e os livros não denunciarão o que se esparramou da chaise para o tapete e o dourado que do cálice escorreu pelo canto do lábio e acelerou o arrepio que a língua colheria ávida depois dos cabelos se espalharem no tecido sedoso.
Alecrim era o cheiro antes da saliva e outras águas fluírem no ritmo do blues. Depois os perfumes, aquecidos no movimento que deixou cansaço saboroso para que a brancura do lençol acomodasse sonhos de céu e flor.
Alecrim era o cheiro antes da saliva e outras águas fluírem no ritmo do blues. Depois os perfumes, aquecidos no movimento que deixou cansaço saboroso para que a brancura do lençol acomodasse sonhos de céu e flor.
5 comentários:
Tal e qual, e eu te amo!
Lindo,tesudo e sensual...ai, acho que preciso de ar. Risos.
beijos.
Nossa...!! que intenso.
Amei o Post.
Beijo, queridas.
sui generis
;o)
Impecável como sempre!
E o Gremio, hein?!
beijo, coloradas.
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