Nas noites em que o vento interrompe a energia elétrica e a distração possível é a conversa, aí se vê as razões e a viabilidade do convívio. Isso já havia concluído há tempos. Mas há uma outra circunstância que demonstra o acerto ou equívoco da decisão de estar ao lado de alguém. O silêncio. Não os casuais, mas um que não se possa burlar, por conta de uma faringite ou coisa parecida. É quando não há palavra que nos esconda, e pode-se apenas estar. Essa hora mostra o tamanho e a textura dos quereres. A hora de estar junto e quieto. Estar, apenas. Ser.
Aí os olhos se encontram, leves; as mãos se enlaçam e desenlaçam tranquilas. E se deixa as pálpebras fecharem as janelas do dia preguiçoso. Aí sabe-se que o silêncio, ainda que não espontâneo pode ser um sinônimo perfeito de alegria ou de paz.
2 comentários:
tudo vai ficar tri, meu amor!!!!
e eu te amo!
Já tá tudo tri, anjo. Mas eu sou tagarela!!!! risos
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